A Administração Municipal de Pinhalzinho lançou na manhã de segunda-feira (14) o edital de licitação de venda dos lotes do Loteamento Industrial Distrito de Machado. Os 12 lotes de 1.200 a 2.300 m², serão comercializados para micro e pequenas empresas. O objetivo é estimular as empresas que precisam de incentivo para construir e ampliar o negócio.
Participaram do ato, além do prefeito Mário Afonso Woitexem; o presidente da Associação Comercial, Roberto Zagonel; representante da Comissão de Indústria e Comércio, Gilberto Linhardt; vereadores e servidores municipais. 


Inicialmente o prefeito falou que o valor aproximado do lote, no loteamento industrial que já conta com toda a infraestrutura de pavimentação, energia e água, é de R$ 55,00 o m², podendo ser parcelado em até 84 vezes ou optar por 24 meses de carência podendo parcelar o restante em 60 vezes. “É uma condição diferenciada para que os empresários possam fazer esse investimento e assim gerar emprego e renda ao município”, destacou.


Woitexem aproveitou a oportunidade para esclarecer a todos que essa área de terra foi comprada em março de 2012, no valor de R$ 436 mil, a partir dali começaram as fases de licenciamentos e projetos para o loteamento. “O município tinha a Licença Ambiental de Instalação (LAI) com prazo de vencimento em 07 de março de 2016, para que pudesse ser prorrogada era preciso entrar com pedido 120 dias antes do vencimento, e isso não aconteceu. No dia 14 de dezembro de 2016, a Administração Municipal da época vendeu os 11 lotes. No dia 24 de fevereiro de 2017, recebemos uma recomendação do Ministério Público pedindo que o município anulasse todo o processo. Tivemos que chamar os empresários e comunicar que o lote que eles haviam adquirido estaria sendo totalmente cancelado e teriam que devolver o lote”, apontou.


Ele salientou ainda que a Administração Municipal teve que refazer todo o projeto do Loteamento, pois o traçado estava incorreto. “Tivemos que iniciar todo o processo de abertura do loteamento, como se fosse um loteamento novo, mas com grande problema, porque já tínhamos pavimentação, iluminação e água, e para que não desse mais despesas ao município, o setor de Engenharia da prefeitura readequou o projeto, utilizando a pavimentação, energia e água, e ainda aumentando de 11 para 12 lotes. Levamos 2 anos e 10 meses do mandato para resolver um problema criado em março de 2012 quando a terra foi adquirida”, disse.