Na semana passada o secretário de educação do município de Pinhalzinho, Fabrício Fontana, informou que autoridades dos órgãos competentes estão estudando a forma de reposição e recuperação do período letivo já perdido. “Como sabemos nossa legislação exige que sejam cumpridos 200 dias letivos, por isso estamos buscando alternativas para resolver a situação”, afirma.


A principal pauta da discussão é como repor as aulas com qualidade para desenvolver a educação necessária. “Uma das hipóteses levantadas é a educação à distância no ensino fundamental, porém acredito que não será aplicado na intensidade esperada devido a falta de tempo para a construção metodológica e pedagógica, não há um preparo tanto dos profissionais como das famílias para adoção desta proposta”, destaca.


A maior dificuldade encontrada é não haver uma data final para a paralisação. “Não sabemos o período que irá durar está quarentena, 30, 60,90 dias. Mas sabemos que a definição de quando e como será feita a execução sairá em breve e vamos divulgar”, enfatiza.